Archive for the ‘Comunicação’ Category

Redes Sociais…

Julho 16, 2011

[…] “las redes sociales son, sencillamente, la versión telemática del patio de vecinos: continúan a través de los facebooks las conversaciones, peleas, colaboraciones (no hay que olvidar que se utilizan mucho para hacer las tareas) que han iniciado antes en la vida real”. El sociólogo extremeño está convencido del rol socializador de las herramientas virtuales de comunicación. “Solo algunos obispos creen ya que las redes sociales aíslen a los adolescentes”, ironiza, en relación a lo dicho por el cardenal Rouco. “Al contrario, los conectan y los incluyen; hasta los más tímidos se atreven en el patio cibernético y en ese sentido debemos considerarlas tecnologías inclusivas. Es más, salvo en casos patológicos yo diría que los facebooks promueven la sociabilidad. Hasta los más periféricos del grupo, quienes probablemente en la sociedad industrial no se enteraban de la cita (porque solo se llamaban por teléfono quienes estaban en la clave) en la sociedad telemática se enteran: basta echar un vistazo a las páginas de los líderes”, concluye.

¿Algún consejo a los padres? “Hablar con los hijos francamente sobre el tema. Informarse y experimentar en las redes. La gran brecha puede desaparecer”, concluye uno de los autores del estudio, Adolfo Álvaro. Y no pretender ser amigo de su hijo en Tuenti. Puede ser tan invasivo como que el chaval le espíe a usted en la intimidad de su habitación.

Ver artigo completo em:
http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Tuenti/vuelve/raritos/elpepusoc/20110714elpepisoc_1/Tes

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Crianças no Facebook…

Maio 12, 2011

(…) Um dado curioso acerca deste estudo: os pais das crianças com mais de 10 anos que têm uma página no Facebook parecem mais preocupados que os pais de crianças com perfil no Facebook com menos de 10 anos.

“Apenas 18 por cento [dos pais com crianças com menos de de 10 anos com perfil no Facebook] pediram amizade aos seus filhos na rede social [uma forma de controlarem as suas actividades]. Por comparação, 62 por cento dos pais com filhos entre os 13 e os 14 anos fizeram-no. E apenas 10 por cento dos pais com filhos de 10 e menos anos tiveram conversas francas com eles acerca dos seus comportamentos online”, de acordo com este relatório.

Os pais de crianças com menos de 10 anos talvez se preocupem menos com a possibilidade de estes procurarem online conteúdos como pornografia, violência ou salas de chat potencialmente perigosas, mas a verdade é que o simples facto de estas crianças estarem online é, só por si, um facto de risco para a sua segurança, uma vez que ficam expostos a predadores sexuais e ainda são muito ingénuos para o entender.

Para além disso existe ainda o perigo de haver preocupações de privacidade, como o facto de as crianças poderem escrever online a morada de casa e mostrarem fotografias que não deviam estar à vista dos demais.
(…)

Artigo completo em:
http://www.publico.pt/Tecnologia/sete-milhoes-de-criancas-americanas-com-menos-de-13-anos-usam-o-facebook_1493640

‘A Internet é o tecido das nossas vidas’

Março 11, 2010

[…] Temos então duas palavras-chave:  Educação e Comunicação, quando falamos de assuntos que relacionam crianças, jovens e tecnologias da comunicação e informação.

Quant à comunicação, e no caso concreto da Internet e dos jovens, ela é claramente um nó de ligação. […] comunicar é aquilo que os jovens mais fazem nas suas utilizações das Tecnologias de Informação e Comunicação, especialmente Internet e telemóveis.

Manuel Castells, na sua obra Internet Galaxy, publicada pela primeira vez em 2001, começava por dizer: “A Internet é o tecido das nossa vidas!”. Actualmente, eu diria que “as nossas vidas são o tecido da Internet”. E isto é tão mais verdade quando falamos nas utilizações feitas pelos jovens. O que nos obriga, necessariamente, a por em causa a tradicional dicotomia entre o mundo on-line e o mundo off-line. Eles são apenas e só ‘mundo’, neste caso o mundo dos jovens e crianças, o seu contexto, o local, o ambiente onde se desenvolve a sua actividade mais típica, mais relevante, mais significativa, especialmente na adolescência: “comunicar”, preferencialmente entre pares.

[…] Quanto à educação, há dois aspectos que vale a pena referenciar […]. O primeiro diz respeito à crescente importância do learning by doing, aspecto essencial na prática corrente das novas tecnologias, nos seus diversos aspectos e manifestações. O outro aspecto diz respeito às literacias que se adquirem fora do sistema formal de ensino, a chamada “pedagogia oculta”. Ambos estão presentes de forma muito efectiva quando as crianças e jovens utilizam as TIC no seu quotidiano.

Vale a pena também recordar que a “geração Magalhães” merecerá, necessariamente, estudos de referência e evolutivos, pois é algo que vai, inevitavelmente, ter consequências a prazo (e num prazo não tão longo como isso).

As implicações da utilização das TIC em contexto escolar e não escolar, mas com efeitos na aprendizagem, têm sido estudadas e […] são efeitos claramente positivos. Mas […] um estudo realizado nos EUA, coordenado por Mizuco Ito (Digital Youth Project) […] , um estudo etnográfico que entrevistou mais de 800 jovens e envolveu mais de 5000 horas de observação on-line, concluiu relativamente aos usos que eles dizem respeito às motivações dos jovens para a utilização das TIC.

As motivações são de dois tipos básicos:

– friendship-driven (onde entram as redes sociais de todos os tipos);

– interest-driven(desde jogas a música, cinema… tudo o que os leva para fora da comunidade local/escolar).

São no fundo novos modelos de socialização e de aprendizagem que conjugam o mundo on-line e off-line naquilo que é o ‘mundo dos jovens’. Ao desenvolverem actividades através destes dois canais de motivação, os jovens ‘ganham’ formas de literacias técnicas e de media, quebrando barreiras sociais e formais (e por vezes culturais9 e fomentando a auro-aprendizagem, fazendo aqui a relação entre as duas palavras-chave: Educação e Comunicação, num contexto de autonomia e liberdade, tão caro para as novas gerações.

Estas novas formas de utilização dos media obrigam-nos a todos a recolocar o enfoque nos modelos de socialização e aprendizagem dos jovens, não negligenciando o papel dos adultos (educadores, pais, políticos) neste contexto.

[Texto abreviado]

Espanha, Rita [ISLA]. “As nossas vidas são o tecido da Internet”. Público na escola nº195-Outubro 2009, p.7.

UM ARTIGO SOBRE VIDEOJOGOS

Março 4, 2010

Numa investigação finalizada em 2007, 260 jovens do 9º ano de escolaridade de 14 distritos falaram sobre as suas práticas de videojogos, nomeadamente on-line, e sobre a sua perspectiva sobre esses usos. Neste estudo, verificou-se  que uma percentagem significativa dos jovens (58,3%) joga on-line e fá-lo muitas vezes com outros, tanto colegas conhecidos, como com pessoas doutras partes do mundo. Os jogos favoritos são de futebol, de luta, de carros e todos os que têm um elevado grau de desafio, que obrigam o jogador a estar concentrado, que são divertidos, mas também os que permitem serem jogados em grupo. Para além disso, alguns dos jovens inquiridos (63,5%) acreditam que se pode aprender com os jogos, por exemplo, a pensar, a ganhar destreza física e mental e a perceber que ‘nem tudo na vida é como nos videojogos’. 

Para  complementar a perspectiva dos jovens e com o propósito de  de obter a percepção das famílias sobre os videojogos, realizaram-se quatro entrevistas a pais (no caso, todas mães), com filhos a frequentar o 4ºano do 1º ciclo. Estas entrevistas tinham um caracter meramente exploratório na medida em que procuravam apenas fazer o levantamento das perspectivas dos pais sobre a temática a analisar, pretendendo-se dar continuidade através de um estudo mais alargado e abrangente. Para esta altura, o objectivo era reunir informação que pudesse auxiliar e orientar a elaboração de uma brochura sobre os videojogos.

A primeira dificuldade das entrevistadas é saberem o que é um videojogo. Uma refere ‘não estar muito a par das brincadeiritas da filha no computador’ e outra das entrevistadas diz ‘nunca joguei com os meus filhos, não gost, faz-me aversão’. Por isso, a ideia do que é jogar têm-na, segundo outra das mães, ‘pelas filhas’. E o facto de não jogarem conduz a uma sensação de ‘estar um bocado à parte’; ‘vejo jogar, mas participar só uma vez ou duas’.

Não significa isso que não sigam esta actividade dos filhos. Observam aquilo que eles vão fazendo, apesar de não perceberem ‘como têm paciência para estar ali tic-tic, tic-tic … Dessa observação e ‘da conversa com os meus filhos, vejo que há um objectivo no jogo, tem de se passar vários obstáculos e vários níveis para se ganhar pontuação’. As conversa sobre video jogos parecem partir mais das crianças: ‘Às vezes, com o entusiasmo, se se passa alguma coisa, vem explicar-me o que conseguiu fazer. Eu ouço, mas o que ele diz ou nada é quase igual, mas para ele é uma vitória’.

Ao solicitarmos que explicassem os motivos que fazem as crianças gostarem dos videojogos, as entrevistadas identificaram o poder controlar e o serem autónomos, o soltar a imaginação e a dimensão lúdica como os aspectos essenciais. 

Pedia-se, ainda, que indicassem informações relevantes para os pais em geral ficarem a conhecer melhor os videojogos. Por um lado, uma das respostas obtidas refere que ‘devem saber os perigos que isso traz para informar os filhos’. Dicas como seleccionar jogos que tenham ‘simultaneamente desafio, interesse, dificuldade e sejam adequados à idade deles’; ou explicitação de problemas associados e a gestão das horas de jogo  são outras sugestões mencionadas. Para outra das mães inquiridas, ‘a tendência é pensar sempre nos aspectos negativos e valorizar mais esses factores’, por isso defende que ‘seria interessante mostrar algumas vantagens’.

A auscultação das perspectivas de jovens e dos pais, com os resultados do primeiro estudo e o conteúdo das entrevistas, constituem-se como fontes que ajudam a justificar e a fundamentar a construção de uma brochura sobre os videojogos, e juntamente com uma sobre televisão e outra sobre Internet e Redes Sociais, são produto de um projecto (…) . O objectivo deste recurso é reunir conteúdos que permitam aos pais terem informações claras, concretas e num formato de fácil consulta, mas que apresentem os videojogos nas suas várias dimensões. Este será mais um instrumento que permitirá aos pais cumprir as suas funções de mediadores e poderem interagir com os filhos relativamente a um assunto que nem sempre dominam, como se observa pelas entrevistas, e sobre o qual, com frequência, têm informação numa perspectiva negativa.

PEREIRA, Luis [Universidade do Minho] – Dimensão lúdica: ‘Nem tudo na vida é como nos videojogos’, in Público na Escola, nº195 [Outubro 2009], p.8

TWITTER

Março 2, 2010

O que se pode dizer em apenas 140 caracteres – ‘tweets’? A actriz Elizabeth Taylor usou-os para informar os fãs que estava hospitalizada, mas viva. (…) E até a polícia de Boston se serve deles para divulgar rapidamente pistas sobre suspeitos de crimes.

Estas são algumas das aplicações que estão a fazer do Twitter, a rede social de mensagens curtas na Internet, um fenómeno mundial que terá já 19 milhões de utilizadores. O impacto do projecto criado em 2006 por Biz Stone, Evan Williams e Jack Dorsey é tal que até o Presidente Barack Obama, os convidou para uma reunião com jovens líderes e empresários. E, embora ainda não seja um negócio lucrativo, o certo é que despertou o interesse de investidores como Jeff Bezos, da Amazon, que investiu no projecto perto de 10 milhões de euros. E da rival Facebook, que ofereceu 352 milhões de euros para comprar o Twitter. Biz Stone, 35 anos, explica porque é que recusaram a proposta milionária.

O Twitter nasceu de modo invulgar. Tínhamos criado uma companhia, chamada Odeo, para edição de podcasts [ficheiros digitais de vídeo ou som], e o Twitter começou por ser um pequeno projecto paralelo dentro dela. A empresa foi vendida (…).

A tecnologia usada no Twitter permite que  as pessoas se movam em grupo e enviem mensagens entre si em tempo real. A analogia é a de um bando de pássaros que sobrevoa um objecto: parece coreografado na perfeição, mas na sua base está um sistema de comunicação muito rudimentar.

O Twitter permite que as pessoas estejam num concerto e digam ‘vamos todos deslocar-nos para este lado do recinto’. Ou estar numa cidade e dizer ‘vamos encontrar-nos no café tal’ (…).

In Sábado, nº266, p. 78-81

Em homenagem à comunicação

Fevereiro 5, 2010

Homenagem à comunicação

Uma escultura simbolizando a comunicação entre países de línguas diferentes .

Ali podemos encontrar símbolos dos mais diversos.

Encontra-se no centro de Praga.

Outras leituras

Fevereiro 5, 2010

‘Assim que chega à casa depois da escola, Catarina liga o portátil e fica meia hora a ver os e-mails, a consultar as redes sociais do hi5 e do Facebook, e a falar no Messenger. Depois põe-se ‘ausente’ e vai estudar, fazendo várias pausas ao longo da tarde para ‘espreitar’ o que se passa on-line.(…)

‘Hoje em dia estar integrado numa rede de pares implica frequentar as redes sociais [diz a socióloga Ana Nunes Almeida] (…). Ou seja para os jovens que estão em fase de afirmação social, e num contexto onde quase todos os amigos usam a Internet para socializar, não estar on-line pode ser sinal de exclusão.’

Embora Catarina diga que a vida real é muito mais interessante do que a Internet, a verdade é que passa grande parte do seu tempo on-line nas redes sociais. O que se passa na escola é muitas vezes comentado aí; no Youtube vai ver/ouvir uma música de que lhe falaram ou mesmo um vídeo.

O Youtube revelou ser um dos sites mais visitados pelas crianças inquiridas, que também apreciam os video-jogos e blogues. À pergunta ‘que mais fazem na Internet?’ respondem que também procuram informação para os TPCs.

Catarina utiliza a Internet em casa e está alertada pelos pais para alguns perigos: nem tudo o que aí se pode ver é verdadeiro; as redes sociais são boas para conversar com amigos e não com estranhos; os dados pessoais não devem ser explicitados aí. Se teve a ajuda da mãe para começar, agora já sabe mais do que ela (fenómeno que se verifica em muitas famílias onde os filhos rapidamente ultrapassam os pais). No caso de famílias com pouca, ou nenhuma, literacia digital ‘agrava-se o fosso geracional entre pais e filhos’.’

[o negrito é da minha responsabilidade]

‘Ser criança e não usar a Net leva à exclusão no mundo real’, in Diário de Notícias, 18 de Novembro de 2009.

O que pensam os jovens portugueses?!

Fevereiro 5, 2010

Resumo  de uma breve entrevista: Questionados sobre a rede social ‘Facebook’ e outra que também utilizam (Hi5), os alunos (três raparigas e um rapaz) com idades entre os 18 e os 19 anos (que se prestaram a dar algumas informações) afirmaram que numa escala de 0 a 10 classificariam ‘Facebook’ com 8 e Hi5 com 9.

Afirmaram ser o Hi5, ainda, o mais popular entre os jovens, enquanto o Facebook é para eles um fenómeno mais recente. Isto faz com que afirmem ser o Hi5 mais fácil de ‘construir’ e utilizar.

No entanto, dizem que o Facebook promove mais a aprendizagem da língua inglesa, algo de que não precisam no Hi5.

Os mesmos alunos consideraram o Facebook mais seguro do que o Hi5 (para entrar no Hi5 não existe idade mínima). No Facebook a idade mínima dos utilizadores é de treze anos, no entanto usam de alguns estratagemas para conseguirem entrar mesmo não tendo a idade mínima (coisa que utilizam para os primos ou irmãos mais novos, que querem sobretudo jogar ‘farmville’).

Afirmaram também que o Facebook lhes possibilita encontrar amigos, contribui para a socialização e para o aumento dos seus conhecimentos nos assuntos que lhes interessa.

Concordam que no Hi5 aparecem com frequência conteúdos violentos, que são depois retirados e que com muita frequência os perfis são copiados e, por isso, apresenta mais questões relacionadas com a segurança do que o Facebook.

A funcionalidade que utilizam mais são os jogos e por vezes o ‘chat’, onde fazem uso de uma escrita própria com siglas próprias, sinais de pontuação combinados de forma a exprimirem as suas emoções (que de outra forma não poderiam ser visíveis), assim como as letras maiúsculas.

Os utilizadores do Facebook por idades (USA)

Fevereiro 5, 2010

 

Utilizadores do Facebook nos EUA

Veja mais aqui   http://www.scottmonty.com/labels/social%20networks.html

Sites sociais de jovens – Grelha de Análise

Fevereiro 5, 2010

 

FUNCIONALIDADES BENEFÍCIOS RISCOS
Comunicação online / chat   Melhoria da capacidade de observação   Exposição a conteúdos violentos  
Envio de mensagens   Desenvolvimento do sentido de liderança    Interferência de estranhos  
Troca de informação   Aquisição de conhecimentos sobre temas variados    Usurpação de dados  
Uso criativo   Promoção da igualdade   cyberbullying  
Entretenimento   Influenciar positivamente a comunidade    pornografia  
jogos   Mostrar os interesses dos adolescentes      

 

DIFICULDADE

QUALIDADE

CREDIBILIDADE/SEGURANÇA

fácil Mto fácil difícil Mto difícil Insuf. suficiente Mto boa Insuf. Suf. Mto boa  
                   

Este foi o resultado depois de alguma dúvida:

Boa noite, Helena!

Ainda não consegui montar a minha ideia de grelha para o Facebook, mas ela passa pelas, digamos, funcionalidades (comunicação on-line/chat; envio de mensagens; entretenimento; jogos – onde se desenvolve a ambição, o emprendedorismo, a dedicação, o raciocínio; entretenimento (música; vídeo); uso criativo (fotografia); cooperação/troca de experiências; informação/recursos educativos. Passa, também, pelos riscos (excesso de informação no perfil; conteúdos violentos; aceitar ‘amizade’ de estranhos; pornografia; alguma publicidade) e pelos benefícios (desenvolvimento da liderança; capacidade de observação; promoção da igualdade; esbatimento das diferenças socio-económicas; aprendizagem da língua inglesa; promoção de encontro de amigos (mesmo amigos ou conhecidos – muitos colegas de escola primária e do liceu têm conseguido organizar encontros depois de se irem encontrando na rede), influência no mundo social (muitas campanhas a favor ou contra qualquer coisa podem nascer nas redes sociais). Falta falar de género (quem utiliza mais / rapazes ou raparigas); as idades que mais procuram as redes; o seu estatuto social e o seu poder económico.

Por aquilo que entendi, não temos de dar respostas, temos sim de construir uma grelha para avaliar a dita ‘rede’ sem perder de vista os conhecimentos que conseguimos obter através das leituras feitas.

Por agora é isto!